Autobiografia musical [Parte 3]


Bom, agora na fase adulta acredito que continuo gostando de todas aquelas músicas de antes, das fases anteriores. Ainda continuo gostando de Eric Clapton, Beatles (inclusive tenho uma caneca deles), Chico Buarque, Norah Jones e retomei coisas esquecidas do passado, como a Mariah Carey e a Tony Braxton, porque não consigo gostar muito das músicas de agora. Rap e Hip Hop são legais, mas me enjoam muito fácil.

A diferença de agora para antes, é que apesar de odiar sertanejo, funk, pagode e axé, estou madura para entender que música é que nem as pessoas: cada uma tem uma personalidade e são escolhidas pelo público por afinidade. Não penso mais naquela coisa de escala evolutiva da música [roqueiro é fo#$ com esses preconceitos]. O mais importante sobre a música é que ela tem o dom  de fazer você sair de si, se liberar dos problemas e dar vozão a sua voz interior ou de te ajudar a se concentrar em seus problemas também. Cada estilo é válido se produz efeitos benéficos na pessoa.

Aliás esse poder da música de provocar mudanças no espírito é tão comprovável que existe um tipo de terapia que a utiliza (musicoterapia) . Dá uma olhada no significado da wikkipédia: 

Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. (World Federation of Music Therapy)



Esse uso específico da música só fortalece a minha opinião de que ela é uma benção divina, um remédio para os nervos.  É por isso que hoje eu não ligo muito de onde vem a música, se ela for boa eu baixo e coloco no mp3. Aliás, um pecadilho musical que vou contar a vocês agora é que curto até trilha sonora de desenhos animados. Inclusive, acho que vou brindar vocês com uma lista do youtube das melhores músicas de desenho animado (na minha humilde opinião). Afinal, crescer não é trocar as coisas de criança (os pequenos prazeres) pelas coisas de adulto, é apenas ter um entendimento  mais maduro das coisas. E saber, é claro, que não é porque algo foi feito para criança que ela não tenha qualidade.

Au revoir!
Besu Alê Lemos!

Lista:
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Sobre O Que Tem Na Nossa Estante

É amante de livros, filmes, séries e adora uma boa música. Escreve para O Que Tem Na Nossa Estante.

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2 comentários:

  1. Olá!!

    Realmente, quando crescemos passamos a ouvir as músicas com outros ouvidos e nunca havia pensando no que você disse: "cada uma tem uma personalidade e são escolhidas pelo público por afinidade." Se bem que ainda continua achando as letras do funk muito das vergonhosas. xD

    Até mais

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  2. Adorei omseu post.. Faco facukdade de musica.. E apesar de nao ser em musicoterapia e sempre bom ler alguem falando sobre...
    Tb n gosto de vertos tipos de musica mas n atormento ninguem por va

    Causa disso e tb n obrigo ninguem a gostar do q eu gosto,,

    http://foreverabookaholic.blogspot.com.br

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