Grupo Autêntica: Lançamento abril 2018


Em abril o Grupo Autêntica apresenta livros de diversos gêneros! Tem livro pra quem ama História, gosta de cozinha e até para os amantes de um bom suspense!

Confira abaixo alguns dos lançamentos:

Todo mundo conhece Carolina Ferraz. Sua paixão pela vida está em tudo o que faz e, mais uma vez, ela nos presenteia com um novo livro maravilhoso.

Com uma seleção de drinques, saladas, sopas, pratos vegetarianos, entre outros, Na Cozinha com Carolina 2 vem recheado de deliciosas receitas. Tudo reunido para você!




Este é um livro especial, porque é sobre uma prática que vai mudar sua vida: a gratidão. É oportunidade de aprender a se conectar melhor com o mundo exterior e desenvolver sua atenção e sua respiração para que sua vida se torne mais leve. É, também, a chance de olhar com mais carinho para os momentos da sua vida e perceber o quanto ela é incrível – ainda que você, muitas vezes, deixe isso passar batido.

Este é um livro sobre tudo o que você sente e como reage a cada acontecimento vivido. E ele só estará pronto quando você preenchê-lo com sua rotina e as suas verdades. Será que você tem vivenciado a gratidão – não a palavra bonita, conhecida e adorada por tantas pessoas –, o sentimento real? Venha descobrir com a gente!

E fica aqui um convite: fotografe e publique tudo o que você fizer neste livro nas redes sociais com a tag #LivroDoBem. Porque tudo o que é do bem merece ser compartilhado!

O parlamentar John Lewis é um ícone nos Estados Unidos e uma das principais figuras do movimento pelos direitos civis. Seu comprometimento com a justiça e a não violência o levou de uma pequena fazenda no Alabama para os corredores do Congresso norte-americano; de uma sala de aula segregada para a Marcha em Washington; dos ataques da polícia ao recebimento da Medalha Presidencial da Liberdade pelas mãos do primeiro presidente negro dos Estados Unidos.

A Marcha retrata a longa batalha de Lewis pelos direitos humanos e civis, seu encontro com Martin Luther King Jr. e a luta para dar fim às políticas de segregação no país.

1968 é um ano-chave para a história mundial e brasileira, repleto de episódios emblemáticos, como o Maio Francês e a Primavera de Praga, na Europa, e a Passeata dos Cem Mil e a imposição do temido AI-5, num Brasil subjugado pelo regime militar. A abordagem do jornalista Roberto Sander neste livro, contudo, não se limita aos acontecimentos políticos que tão profundamente marcaram o período.

O painel de 1968 construído aqui é completamente novo. A narrativa avança mês a mês, tratando dos mais variados assuntos. O leitor é levado ora para a Guerra do Vietnã, ora para a primeira visita ao Brasil de um arredio Mick Jagger; para a África do Sul, em pleno Apartheid, onde acontecia o primeiro transplante de coração bem-sucedido do mundo; para Havana, onde Fidel Castro fazia um expurgo no Partido Comunista cubano; e para as viagens espaciais que preparavam a chegada do homem à Lua.

Em 1968 – Quando a Terra tremeu, Roberto Sander explora histórias saborosas e surpreendentes sobre ciência, moda, comportamento, esporte e cultura em geral, daquele que foi um ano ainda mais complexo, assombroso e sedutor do que se sabe.

Esta deliciosa obra conta a história das bibliotecas antigas desde suas origens, quando “livros” eram tábuas de cerâmica e a escrita, um fenômeno novo. 

O renomado estudioso clássico Lionel Casson nos conduz em uma animada viagem, partindo das bibliotecas reais do Antigo Oriente, passando pelas bibliotecas públicas e privadas da Grécia e de Roma, até as primeiras bibliotecas monásticas cristãs.

Casson traça o desenvolvimento das construções, os sistemas, acervos e patronos das bibliotecas, considerando questões de uma ampla variedade de tópicos, como: quem contribuiu para o desenvolvimento das bibliotecas públicas, especialmente a grande Biblioteca de Alexandria? O que as bibliotecas antigas incluíam em seu acervo? Como bibliotecas antigas adquiriam livros? Qual era a natureza das publicações no mundo greco-romano? Como o cristianismo transformou a natureza dos acervos bibliotecários?

Assim como uma biblioteca recompensa quem a explora com tesouros inesperados, este interessante livro oferece a seus leitores a história surpreendente da ascensão e do desenvolvimento de bibliotecas antigas – uma história fascinante que nunca foi contada antes.

Já pensou em empreender? E em ter sua própria startup? Essas e outras questões afligem milhares de jovens que estão ingressando na vida adulta e se vendo diante de dilemas até então distantes do seu cotidiano. Com a conclusão do ensino médio e o ingresso na universidade, a busca por uma carreira que concilie qualidade de vida e sucesso profissional é permeada por dúvidas, prazeres, dores, sucessos e fracassos. É um momento de escolhas difíceis, que terão impacto por toda uma vida. É também um período de fortes emoções nas relações familiares, amizades, amores e novos meios sociais que o jovem passa a frequentar.

Em Os sonhos de Mateus, uma ficção sobre empreendedorismo, esses e outros ingredientes se juntam para apresentar aos jovens um dos caminhos possíveis para a busca da autorrealização na vida e no trabalho: o empreendedorismo.

Ambientado no universo das startups – empresas de base tecnológica fundadas e dirigidas por jovens empreendedores –, Os sonhos de Mateus conta a jornada de um jovem como qualquer outro, que se vê diante de escolhas complexas como carreira, independência financeira e a busca da própria identidade.

De forma leve e didática, os conceitos, processos e atitudes para se empreender são tratados ao longo do livro nas passagens de Mateus e nas suas relações com familiares, amigos, colegas de faculdade, de trabalho, enfim, no seu dia a dia. Os sonhos de Mateus também mostra os dois lados do empreendedorismo: os sucessos e fracassos, as aventuras e desventuras. É um livro esclarecedor, que desmitifica a figura do empreendedor.

O livro faz com que os jovens se identifiquem com Mateus, levando-os a conhecer e refletir sobre a questão do empreendedorismo e a encontrar o “Mateus” que existe em cada um de nós.

Neste livro, que resume e abarca quase dez anos de pesquisas do Laboratório de Teoria Social, Filosofia e Psicanálise da Universidade de São Paulo, propomos uma arqueologia e uma genealogia dos principais quadros consolidados pela história recente da psicopatologia. 

Partimos da desconstrução da racionalidade diagnóstica hegemônica para recuperar as implicações filosóficas de nossas modalidades de mal-estar. 

O retorno aos fundamentos da psicopatologia por meio do conceito central de alienação, a revisão crítica da antropologia estruturalista, bem como a reconstrução da teoria do reconhecimento – levada a cabo pela tradição crítica –, informaram nosso método de investigação.


Escrava de pele branca, a linda e doce Isaura foi criada e educada como filha na família a que pertencia. Durante muito tempo, foi a protegida da matriarca, que prometeu que, após sua morte, a moça seria liberta. Entretanto, esse desejo não foi atendido pelo filho e herdeiro da família, e Isaura se tornou propriedade de Leôncio, um jovem sem caráter que, mesmo casado, se interessava obsessivamente por ela. 

Para afastá-la do assédio de Leôncio e de outros homens da fazenda, o pai da moça, Miguel, um homem livre, tenta comprar a filha, mas não consegue. Decide então fugir com a moça para o nordeste do país. Os dois se instalam em Recife e adotam novos nomes. Lá, Isaura conhece Álvaro, rapaz rico, estudante, por quem se apaixona e é correspondida. Ele fica sabendo que ela é uma escrava fugida, mas não deixa de amá-la. 

Tendo sido descoberta e recapturada, Isaura volta para a fazenda de Leôncio, que a submete a castigos e humilhações porque não cede a suas investidas. Enquanto isso, Álvaro, que não desiste de sua amada, vai fazer de tudo para ficarem juntos.

Publicado pela primeira vez em 1875, esse romance é considerado um marco na literatura abolicionista brasileira.

Michele Lima
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Sobre O Que Tem Na Nossa Estante

É amante de livros, filmes, séries e adora uma boa música. Escreve para O Que Tem Na Nossa Estante.

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1 comentários:

  1. Ahhh, Mi, esse O Livro do Bem deve ser lindo!!! A gratidão é algo lindo, e essa semana vi de perto como a ingratidão machuca. ='(
    A Escrava Isaura eu tenho e já li, mas confesso que essa capa é muito mais bonita do que a da minha versão, hehe! Muito lindinha!!!

    =)

    Suelen Mattos
    ______________
    ROMANTIC GIRL

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