Grupo Autêntica: lançamento outubro de 2018


No mês de outubro o Grupo Autentica traz Henry, o Corgi da Rainha para quem adora história com animais, O último suspiro de Robert Bryndza, dois livros da Tessa Dare para a alegria dos fãs de romance de época e muito mais!

Confira:

Quando seu corgi de estimação desaparece em um passeio a Londres, a família Walker o procura em todos os lugares, menos onde nunca poderiam imaginar.

O pequeno cão foi confundido com um corgi real pela Guarda da Rainha e está vivendo no Palácio de Buckingham, recebendo tratamento especial, dormindo em uma cesta aconchegante e tem até um chefe de cozinha preparando suas deliciosas refeições. E se esta é a vida de um cão da realeza, ele não se importa nem um pouco, apenas aproveita todas as regalias de uma vida tão diferente da sua.

Mas quando o espírito natalino toma conta do Palácio, Henry percebe que, de alguma forma, precisa voltar para os Walker. Afinal, estar com seus amados donos seria seu melhor presente de Natal!



Quando o corpo torturado de uma jovem é encontrado em uma lixeira, com os olhos inchados e as roupas encharcadas de sangue, a Detetive Erika Foster é uma das primeiras a chegar na cena do crime. O problema é que, desta vez, o caso não é dela.

Enquanto luta para garantir seu lugar na equipe de investigação, Erika rapidamente encontra uma ligação desse assassinato com um crime não solucionado de uma jovem quatro meses antes. Jogadas em um local semelhante, as duas mulheres têm feridas idênticas e uma incisão fatal na artéria femoral.

Procurando suas vítimas nas redes sociais a partir de um perfil falso, o assassino ataca jovens bonitas escolhidas aleatoriamente.

Então, uma outra garota é sequestrada… Erika e sua equipe têm que chegar antes que ela se torne a próxima vítima. Mas como a Detetive Foster pegará um assassino que parece não existir?

Em 1º de janeiro de 1918, desembarcava na França um som até então desconhecido no Velho Continente: o jazz. O estilo, que estava nascendo na América, chegou à Europa pelas mãos do 15º Regimento de Infantaria da Guarda Nacional de Nova York, composto por soldados do Harlem, famoso bairro negro da cidade.

Carregadores de malas, estivadores, mecânicos, boxeadores, advogados e músicos, esses combatentes acabaram relegados a trabalhos secundários e a serviços de apoio. Negros de origens diversas que quiseram acreditar que combater lado a lado com seus compatriotas brancos faria deles seus iguais. Homens rejeitados pelo próprio exército, que encontraram nas tropas francesas irmãos em armas que os reconheceram por sua coragem – e não apenas porque levaram o jazz em suas malas!

Treinados pelo exército francês, logo mostraram que sabiam empunhar suas armas tão bem quanto seus instrumentos, e suas façanhas heroicas na guerra se tornaram tão conhecidas quanto sua música. Em novembro daquele mesmo ano, retornaram vitoriosos aos Estados Unidos ostentando a mais alta condecoração das forças francesas. A batalha, porém, estava longe de terminar. Se do outro lado do oceano haviam lutado pela liberdade contra os soldados do Kaiser, em casa teriam que lutar pela democracia contra inimigos ainda mais cruéis: o racismo e a segregação. Foram necessários quase cem anos para que, em 2015, os heróis do Harlem fossem finalmente reconhecidos e honrados de forma oficial pelo governo do presidente Barack Obama.

Em 15 de julho de 1997, Gianni Versace foi morto a tiros nos degraus da entrada de sua mansão em Miami Beach pelo serial killer Andrew Cunanan. 

Mas, meses antes do assassinato de Versace, a premiada jornalista Maureen Orth já vinha investigando a história de Cunanan para a revista Vanity Fair. 

Escrito a partir de uma seleção de entrevistas com mais de 400 pessoas e insights obtidos de milhares de páginas de relatórios policiais, Favores vulgares conta a história completa de Andrew Cunanan, suas vítimas inadvertidas e o mundo opulento em que elas viveram… e morreram. Orth revela como Cunanan conheceu Versace e a razão pela qual a polícia e o FBIfalharam repetidamente em capturá-lo. 

Esta é uma odisseia impossível de largar, que atravessa os Estados Unidos desde a rica comunidade gay da Califórnia aos modestos lares do Meio-Oeste, onde famílias se condoíam pela perda de seus filhos, chegando a uma decadente South Beach, na Flórida.

Roma, dezembro de 1514. A poucos dias do Natal, o corpo decapitado de um jovem é descoberto em cima da estátua do imperador Marco Aurélio. Uma inscrição feita com sangue assina o crime: Eum qui peccat… [Aquele que peca…]. Dias depois, um velho é encontrado morto e nu, pendurado numa escada no Fórum. A Coluna de Trajano revela seu fúnebre segredo e a inscrição: Deus castigat [Deus castiga]. A sangrenta encenação está apenas começando…

Instalado há pouco no Vaticano, envolvido com seus trabalhos de anatomia, pintura e ótica, Leonardo da Vinci se apaixona pelo caso. Como interpretar os sombrios detalhes que cercam os crimes? O papa e a cristandade estariam sendo desafiados? Com a ajuda de Guido Sinibaldi, um jovem estudante de medicina, o pintor tenta desmascarar um assassino que demonstra tanto inteligência em desorientar as investigações quanto crueldade em executar suas vítimas.

Um thriller diabólico que, dos mistérios da biblioteca do Vaticano aos segredos das ruínas antigas, nos arrebata num jogo de pistas vibrante, inteligente e macabro.

A senhorita Elinora Browning cresceu ansiando pelo amor do belo e inteligente cavalheiro da casa ao lado… mas ele deixou a Inglaterra sem nem olhar para trás.

Em uma noite, inspirada pela bebida, Nora despejou seu coração partido no papel e escreveu um manifesto intitulado Lorde Ashwood perdeu sua oportunidade, para todas as jovens que tinham sido negligenciadas pelos homens.

Depois de se tornar famosa pelo seu brilhante texto, a Srta. Browning está a caminho de Spindle Cove para dar uma palestra na biblioteca Duas Irmãs. Mas o tempo ruim atrasa sua viagem e ela é forçada a esperar a nevasca passar com o pior companheiro possível: o próprio Lorde que destruiu seu coração. E desta vez ele finalmente parece notar a sua existência…


Violet Winterbottom é uma jovem tímida, que fala seis idiomas, mas raramente levanta a voz. Sofreu uma dura decepção amorosa em silêncio total e ainda não existem cavalheiros batendo em sua porta. Não até a noite do baile de Natal de Spindle Cove, quando um estranho misterioso irrompe no salão de festas e desaba aos seus pés.

Os trajes grosseiros, molhados e cobertos de sangue, a “boa” aparência do sujeito – que beirava à indecência –, e a língua estrangeira que ele falava deixariam qualquer jovem cheia de cautela. Qualquer uma, menos Violet, a única que soube desde o primeiro instante que ele não era o que aparentava, e que tem apenas uma noite para extrair os segredos daquele homem perigosamente atraente. Seria ele um contrabandista? Um fugitivo? Espião das forças inimigas?

Violet precisa das respostas até o nascer do sol, mas seu prisioneiro prefere tentar seduzi-la a se confessar. Para descobrir o que ele esconde, a jovem donzela precisará revelar seus próprios segredos e se abrir para a aventura, paixão e o impensável… amor.

Ao tentar desvendar os mistérios por trás de um snuff film – gênero em que as mortes filmadas são reais –, Clay Loudermilk se vê envolvido com um elenco cada vez mais bizarro de personagens, incluindo uma dupla sádica de policiais que entalha um estranho símbolo no seu calcanhar; uma suburbana de meia-idade e libidinosa, cujo encontro sexual com uma misteriosa criatura das águas gerou uma filha mutante grotescamente disforme, mas não menos libidinosa; um cão sem qualquer orifício (que tem de ser alimentado via injeções); duas vítimas sinistras de implantes capilares terrivelmente malfeitos; um carismático líder de culto, no melhor estilo Charles Manson, que planeja sequestrar um famoso colunista de autoajuda e muito mais!

Um clássico dos quadrinhos, finalmente relançado no Brasil, e inspiração para incontáveis outras obras, esta assustadora e fascinante jornada pela loucura faz Twin Peaks parecer os Teletubbies.

Nesta obra está reunida a maior parte dos escritos de Marilena Chaui dedicados ao tema da educação, em sentido amplo: memórias da aluna e da professora, reflexões sobre o ensinar e o aprender, análises teóricas, intervenções públicas, propostas, etc. 

A autora não faz o papel de filosofa que quer dar modelos educacionais ou armar teorias do aprendizado; descobre-se, pelo contrário, a professora e pensadora, a educadora que logra conciliar o vigor da experiência própria à profundidade teórica e soldá-los pelo empenho político a serviço da educação, uma educação essencialmente vinculada à democracia.

Uma das linhas mestras da meditação de Marilena sobre a educação é o combate ao autoritarismo presente em nosso sistema de ensino (ora mais visível, como na ditadura, ora menos visível, como hoje). 

Com efeito, as tentativas de estabelecer uma relação pedagógica antiautoritária devem culminar precisamente no que a autora denomina “pedagogia democrática” ou “relação pedagógica democrática”, preparando o caminho para a questão maior da construção de uma sociedade democrática.

Nas ruas miseráveis de uma Nápoles em ruínas, quando o exército aliado expulsou dali os alemães, a libertação é apenas outra palavra para desespero. A prostituição é desenfreada. 

O cheiro da morte está em todo lugar. Tudo supervisionado por americanos que, na sua ingenuidade, não entendem exatamente por que estão ali. Lançado em 1949, já em 1950 vieram as sanções: a “proibição moral de Curzio Malaparte” pelo Conselho Comunal de Nápoles e a inclusão do livro no Index dos livros proibidos pela Congregação do Santo Ofício. Em 1962, a publicação no Brasil se deu como celebração. 

Na apresentação daquela edição, diz Ênio Silveira: “Uma obra prima de violência, de crueldade, de degradação e, ao mesmo tempo, de louvor à condição humana”. Hoje são apontados, para além dos pecados originais, os da incorreção política. 

O livro nasceu ambíguo como o próprio autor, que deixou resposta no personagem Jack Hamilton: “Não há qualquer importância se o que Malaparte conta é verdadeiro ou falso. A questão a ser posta é bem outra: se o que ele faz é arte ou não”.

O vídeo está se tornando rapidamente o a linguagem dominante para produtos, marcas e negócios se comunicarem com o mercado. Com uma parcela cada vez maior da população economicamente ativa composta por Millennials (1980-1998) e Geração Z (a partir de 1998), se comunicar por meio de conteúdos em vídeo passa de alternativa à necessidade.

Diante da profusão de novas mídias, especialmente dos canais digitais, saber o que comunicar, quando, onde e o formato mais adequado, tornou-se uma das maiores dores para profissionais de marketing, vendas e comunicação.

Em Video Marketing: como usar o domínio do vídeo nos canais digitais para turbinar o marketing de produtos, marcas e negócios, Jon Mowat, CEO da Hurricane Media e uma das maiores autoridades mundiais no assunto, desmistifica o video marketing e ensina o passo a passo para elaborar um planejamento e produzir vídeos de marketing de forma sistemática, em escala, auxiliando de pequenos negócios a marcas globais.

Video Marketing é uma obra completa, com dezenas de recursos e cases para você acessar online, capaz de proporcionar um aprendizado teórico e prático para introduzir o video marketing de forma efetiva na sua empresa.

Após a leitura de Video Marketing, você será capaz de dar outra dimensão ao uso do vídeo no seu negócio, desfrutando das vantagens de dominar a nova linguagem para engajar clientes e consumidores da nova geração.

Michele Lima
Compartilhe no Google Plus

Sobre O Que Tem Na Nossa Estante

É amante de livros, filmes, séries e adora uma boa música. Escreve para O Que Tem Na Nossa Estante.

comentário(s) pelo facebook:

4 comentários:

  1. Olá, Michele.
    Acabei de publicar os lançamentos lá no blog também hehe. Eu me interesso muito pelos livros da Tessa e olha que nem li os dessa série ainda. E vou querer O Ultimo Suspiro porque gostei muito do outro livro que li dessa série.

    Prefácio

    ResponderExcluir
  2. Oi, Mi!

    Fiquei interessada nos novos livros da Tessa e achei uma graça esse livro do Henry hahaha

    xx Carol
    http://caverna-literaria.blogspot.com

    ResponderExcluir
  3. Oi Mi,
    Como eu disse para a Sil, minha mãe já está louca por esses livros da Tessa.
    São os que mais nos animam aqui em casa, queremos a coleção completa, até porque as capas são lindas demais.
    Beijos
    http://estante-da-ale.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  4. Oi Mih.
    Amei os lançamentos do mes. Quero os livros da Tessa, que apesar de não ter gostado do primeiro não quero desistir.
    Beijos.

    Blog: Fantástica Ficção

    ResponderExcluir